Blog Memorarces

Por Rubia Arce e Colunistas

Castelos de areia

22 May 2018

Um grupo de crianças brincava de construir castelos na areia da praia. De repente, por acidente, uma das crianças pisou no castelo de areia de outra.

 

Em breve, havia uma briga generalizada. Grupos se formaram para atacar outros grupos. Narizes sangraram, bracinhos foram torcidos. Algumas crianças foram expulsas de volta para casa, derrotadas, chorando. Amizades incipientes se romperam e nunca se refizeram. Décadas no futuro, essas antipatias (cuja origem ninguém mais lembrava) ainda causavam hostilidade, agressão, sofrimento.

 

Então, o sol caiu, a noite esfriou, as mães chamaram.

 

Poucos minutos depois da última criança sair, veio uma onda e destruiu todos os castelos de areia.

 

* * *

 

Adaptado de uma velha história budista - Autor: Alex Castro

 

* * *

 

Lendo esta velha história adaptada, refleti sobre algumas relações que no passado foram destituídas por supostas impressões de que “aquela pessoa não gosta de mim” e simplesmente abandonei aquele povo, aquela gente...

 

Anos depois, exausta do trabalho, fui a uma festa de família, e lá estavam aquelas pessoas que eu julguei um dia... Entre um momento e outro, me deparei conversando com uma daquelas pessoas, e de repente meu instinto “ajudador” estava lá orientando a vida dela para melhor. De repente, essa pessoa olhou para mim e disse: “Se somos tão parecidas, por que ficamos afastadas por tanto tempo?” Então eu disse: “Vem cá, eu posso te dar um abraço?”

 

E a partir daquele instante uma nova relação começou.

 

 

 

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