Blog Memorarces

Por Rubia Arce e Colunistas

Entendendo nossas emoções

28 Jun 2018

 

Olá querido e querida leitora!

Hoje entenderemos melhor sobre nossas emoções e porque sentimos e agimos de determinada maneira. A base de tudo são os nossos pensamentos... Você sabia que eles influenciam diretamente as nossas emoções e comportamentos? Pois sim... toda vez que estamos diante de uma situação, imediatamente fazemos uma avaliação e dependendo de como encararmos esse evento, teremos uma reação em termos de emoções, comportamentos e até mesmo sensações físicas.

 

Vamos a um exemplo: imagine que você foi convidado para fazer uma apresentação para a diretoria da sua empresa. Você pode se sentir seguro, apesar de um pouco nervoso, porque isso é esperado ou pode ficar totalmente apavorado. O que determinará o desfecho é quais tipos de pensamentos você alimentará.

 

Caso você pense assim: “Nossa, essa será uma excelente oportunidade para mostrar o meu trabalho para pessoas importantes. Isso pode ser muito bom para minha carreira. Vou me preparar bem e mostrar todo meu conhecimento”. Ao perceber a situação dessa forma, você se motiva positivamente.

 

Mas se o pensamento for: “Nossa, que grande responsabilidade. E se me dar branco na hora da apresentação ou eles me perguntarem algo que não sei responder. Pior... e se eu falar alguma besteira? Posso perder meu emprego por isso. Será uma tragédia!” Uma pessoa que pensa assim se sentirá extremamente nervoso, angustiado e possivelmente poderá travar na hora de fazer a apresentação devido ao seu estado emocional”.

 

Desse modo, é importante sempre nos atentarmos para o que está passando pela nossa cabeça. Se estamos nos sentindo desconfortáveis além do esperado para uma situação, devemos avaliar o que está acontecendo dentro na nossa cabeça, pois nem tudo que estamos pensando é produtivo ou totalmente verdadeiro. As vezes podemos ter pensamentos exagerados e até mesmo catastróficos. Monitorar isso e aprender a responder tais pensamentos é o caminho para emoções mais saudáveis.

 

E não... não estou falando de pensamento positivo e sim de Pensamento Realista. Isso quer dizer que não adianta negar os fatos tentando se convencer de algo melhor. Por exemplo: não adianta se achar burro e falar na frente do espelho 20 mil vezes por dia que é super inteligente. A questão é entender as evidências/fatos que te levam a se ver assim, mas também se existem fatos contra essa ideia.

 

Por exemplo... as vezes você pode achar que é burro porque não é bom em matemática, contudo, nunca parou para ver o quanto é hábil em outras disciplinas e o quanto tem talento para outras coisas que outra pessoa, as vezes boa em matemática não seja. Isso também não quer dizer que é melhor do que ela por causa disso, mas que também é capaz, só que de modos diferentes. E se a matemática for mesmo difícil pra você... que empecilho isso poderia produzir? Você pode buscar outras “n” oportunidades de se destacar.

 

Então lhe convido a partir de hoje a se autoavaliar de forma mais proativa. Sempre que suas emoções forem mais intensas do que esperado para a situação, procure entender o que passa pela sua cabeça e a partir disso questione se efetivamente procede. Temos a tendência em acreditar em tudo que vem a nossa mente, mas muitas vezes pensamentos são apenas pensamentos e não a verdade plena e absoluta.

 

Contudo, se esse caminho se tornar difícil para fazer sozinho; se você tem experimentado emoções muito intensas e que tem interferido diretamente na sua vida, suas relações, seu desempenho e/ou na sua saúde, fica a dica: procure um profissional preparado para lhe ajudar. A psicoterapia pode ser um excelente caminho.

 

Grande abraço!

 

 

 

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